GM confirma produção de uma nova picape no Brasil

Modelo, que será rival da Fiat Toro, vai ser produzido na fábrica de São Caetano do Sul (SP)

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Nova picape da GM
O complexo da GM em São Caetano do Sul incorpora diversas novas tecnologias da indústria 4.0
Fábrica de São Caetano do Sul está sendo preparada para receber a nova picape da GM

Nova picape da GM

Nova picape da GM – A General Motors do Brasil confirmou nesta segunda-feira, 10, que vai produzir uma nova picape no complexo industrial de São Caetano do Sul (SP). A empresa disse que o modelo vai ser o próximo integrante da sua família de veículos globais formada por Onix, Onix Plus e Tracker.

O modelo será uma picape que ficará numa faixa de mercado situada entre a Montana e a S10 e vai concorrer diretamente com a Fiat Toro, que hoje domina esse segmento – no acumulado de janeiro a abril, ela já comercializou 24.245 unidades, muito à frente da segunda colocada, a Renault Oroch, com 4.018 veículos. A picape média da Chevrolet, a S10, emplacou no período 7.518 unidades, atrás da líder Toyota Hilux (12.569) e Ford Ranger (7.626).

O lançamento faz parte de um ciclo de investimento da GM de R$ 10 bilhões, anunciado em 2019 e que é destinado às fábricas de São Caetano do Sul e São José dos Campos (SP), como mostrou reportagem de Automotive Business, que revelou que os fabricantes de veículos associados à Anfavea já anunciaram R$ 44 bilhões de investimento no Brasil para período de 2017 a 2025.

“O modelo chegará para complementar a linha de picapes Chevrolet, além disso, vai estrear um conceito completamente inovador para a marca no segmento de veículos utilitários”, disse Carlos Zarlenga, presidente da GM América do Sul.

Para receber a nova picape, a fábrica de São Caetano está sendo preparada em várias etapas para reduzir o impacto na produção da linha, de acordo com o comunicado da GM. A data de lançamento não foi divulgada, mas fontes do mercado estimam que o modelo, que vai utilizar a mesma plataforma de Onix e Tracker, deve chegar ao mercado brasileiro em 2022. O modelo também será destinado à exportação.

“Adicionar um produto totalmente novo numa linha de montagem ativa é sempre uma jornada complexa, principalmente diante dos desafios tecnológicos que o projeto impõe. Até por isso a preparação da fábrica será executada em diversos estágios, que levarão meses cada um deles”, explica Luiz Carlos Peres, vice-presidente de manufatura da GM América do Sul.

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