SAE J2360 é padrão mínimo para eixo diferencial

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Construída a partir da classificação API GL-5, a especificação mais recente SAE J2360 traz algo a mais e representa uma evolução demandada pela indústria. Essa afirmação foi demonstrada, em recente apresentação no 6º Encontro com o Mercado da revista Lubes em Foco, pelo gerente de marketing para a América Latina da Afton Chemical, Rodolfo Ferreira.

O mercado brasileiro de fluidos de eixo diferencial e caixa manual está estimado em cerca de 88 mil toneladas por ano.

O nível de desempenho para os óleos de eixo diferencial tem subido desde o final dos anos 2000, sempre visando melhor manutenção e durabilidade dos eixos. A nova especificação estabelece limite máximo para formação de borra e verniz, o que não é requerido para um óleo API GL-5.

O controle de desgaste e a compatibilidade com selos também são fatores modificados para a nova especificação SAE J2360.

Segundo Rodolfo Ferreira, os principais fabricantes de eixos diferenciais já especificam os óleos J2360 para seus produtos, porém, a frota brasileira ainda apresenta uma inércia grande para migrar para este padrão. Entretanto, existem fatores com grande influência sobre as novas tecnologias de fluidos: economia de combustível e custos de manutenção.

“A lubrificação do trem de força é um fator de contribuição para a eficiência energética do veículo, incluindo a lubrificação do eixo diferencial. Fluidos com viscosidades cada vez mais baixas começam a ganhar espaço nesse segmento, movidos por este fator”, confirma Rodolfo.

Matéria completa na revista

A revista Lubes em Foco publica, em sua próxima edição, uma matéria completa sobre esse assunto, assinada pelo gerente de marketing para a América Latina da Afton Chemical, Rodolfo Ferreira, com base na apresentação feita no 6º Encontro com o Mercado, realizado nos dias 14 e 15 de junho de 2016.

A referida apresentação também poderá ser vista na página de apresentações do evento disponível no Portal Lubes.