Petrobras Biocombustíveis faz acordo com usina de etanol

497

PBIO

PBIO – Petrobras informa que a sua subsidiária integral Petrobras Biocombustível S.A. (PBIO) celebrou, no dia 15 de dezembro, com o grupo São Martinho S.A. (“São Martinho”) um Acordo de Incorporação e Outras Avenças em que a Nova Fronteira Bioenergia S.A. (“Nova Fronteira”), na qual a PBIO detém 49% de participação, será incorporada pela São Martinho (“Operação”).

PBIO
Usina Boa Vista (GO) da Nova Fronteira Bioenergia S.A – joint venture formada entre a Petrobrás Biocombustivel e o Grupo São Martinho

A Nova Fronteira é uma joint venture, formada pela PBIO e pela São Martinho e tem como principal ativo a Usina Boa Vista, localizada em Quirinópolis (GO), dedicada exclusivamente à produção de etanol.

PBIO mantém participação na usina São Martinho

A São Martinho é um dos maiores produtores de açúcar e etanol do Brasil. Após a Operação, o grupo terá um aumento de 12,3% na sua moagem total, alcançando 21,6 milhões de toneladas de cana-de-açúcar e uma estimativa de crescimento de cerca de 18% de seu EBITDA Ajustado, tomando como referência os demonstrativos financeiros dos últimos 12 meses (data base de 30/09/2016).

A PBIO receberá 24 milhões de novas ações ordinárias emitidas pela São Martinho, representando 6,593% do seu capital social votante e total, em substituição e na proporção das ações que detém na Nova Fronteira. Estas ações não estarão sujeitas a qualquer tipo de restrição (lock-up) e a PBIO poderá vender, futuramente, sua participação na São Martinho através de um processo estruturado.

Parte do Programa de Desinvestimentos

Essa Operação faz parte do Programa de Desinvestimentos 2015-2016 e será contabilizada para a meta de desinvestimentos do biênio com o valor de US$ 133 milhões, com base no preço médio ponderado pelo volume dos últimos 30 dias de negociação das ações da São Martinho.

A Agência Petrobras informa em seu site que o fechamento da Operação está sujeito à aprovação da assembleia geral da São Martinho e ao cumprimento de condições precedentes usuais, incluindo a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).