É hora de trocar o óleo. E agora?

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É hora de trocar o óleo. E agora?

Pesquisa revela hábitos brasileiros para o uso de lubrificantes no país

Por: Matéria desenvolvida por Loures Consultoria
e adaptada por Pedro Nelson Belmiro

Quais os locais preferidos pelo público brasileiro para realizar a troca de lubrificantes? Quilometragem ou tempo de uso: o que é mais levado em conta? Quais os fatores mais importantes na escolha do produto? É verdade que quase ¼ dos consumidores não sabe dizer que tipo de lubrificantes usa?

Com o objetivo de revelar informações sobre hábito e uso de lubrificantes por parte do consumidor brasileiro, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes – Sindicom encomendou ao Ibope uma pesquisa quantitativa, realizada a partir de entrevistas em domicílio, por meio de questionário estruturado. Foram consultados homens e mulheres, maiores de idade, das classes A, B, C e D/E, com carro no domicílio e que são responsáveis pela manutenção e troca do óleo lubrificante.

A pesquisa aconteceu entre 8 e 12 de junho de 2017. A margem de erro é de 5 pontos percentuais no total, considerando nível de confiança de 95% para a amostra de entrevistados.

Perfil dos entrevistados

Entre os entrevistados, 79% são homens e 21% mulheres. No que diz respeito à idade, os maiores responsáveis por manter o óleo em dia estão na faixa dos 35 aos 44 anos, equivalendo a 26% do público pesquisado. Os entrevistados que menos dão atenção a esta atividade tão importante para a “saúde” do veículo estão na faixa dos 18 aos 24 anos. Entre eles, apenas 9% disseram realizar a tarefa.

É hora de trocar o óleo. E agora?

É hora de trocar o óleo. E agora?Ainda ajudando a entender o perfil desse público que se preocupa com manutenção e troca de lubrificantes, o Ibope informa que 57% dos entrevistados residem na região Sudeste, 20% na região Sul, 12% no Nordeste e 10% no Norte/Centro-Oeste. Concluiu-se que a maioria dos responsáveis pela manutenção e troca de óleo dos veículos, 58%, residem no interior dos estados brasileiros, sendo a classe C a líder entre os responsáveis pela troca de lubrificantes, com 50% entre o público-alvo. Entre as classes A e D/E, a percentagem cai muito, chegando a 4%. Entre os integrantes da classe B, 43% se disseram responsáveis pela atividade.

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Lubes em Foco 61